Alessandro Araújo Lira, conhecido por “Alex”, foi morto em frente à casa dele atingido por três disparos de arma de fogo. O crime teria sido praticado por um homem que estava na garupa de uma moto. Ainda abalada pelo que aconteceu, Enila Araújo, de 49 anos, mãe de “Alex”, relata como aconteceu o assassinato do filho. “Ele já estava deitado; me disse que ia dormir. Mas depois passaram de moto e um homem chamou ele. O ‘Alex’ disse que ia lá fora fumar um cigarro e ficou ali, sentado. Depois, eu ouvi a moto voltando e escutei o primeiro tiro. Saí correndo e deparei com meu filho, já caindo. Foi quando o homem atirou de novo e saiu em disparada. Meu filho morreu aí mesmo”, diz a mãe, apontando para o local onde o filho tombou.
O crime aconteceu por volta de 1h da madrugada desta sexta-feira e, em poucos minutos, mobilizou a força policial militar, que designou uma equipe para cuidar do caso. Homens do Serviço Reservado iniciaram as investigações e descobriram que o autor do homicídio seria um homem conhecido por “Arlyson”, que tem parentes próximo ao local onde aconteceu o homicídio. Até o final da manhã de hoje, o acusado ainda não havia sido localizado, mas já existem pistas que podem levar à sua localização.
Alessandro tinha 29 anos de idade e morava junto com a mãe e a irmã na 1ª Rua do bairro da Bela Vista. O homem tinha várias profissões, incluindo carpinteiro, pedreiro e eletricista. Mas, por infelicidade, acabou se envolvendo no consumo de drogas. Agora, a polícia investiga se este fato tem relação com a morte do rapaz.
Crimes motivados pelo tráfico já se tornaram comuns em Itaituba. A maioria deles é por conta de dívidas contraídas junto aos traficantes. Apesar do intenso combate ao tráfico imposto pela Polícia Militar, esta modalidade de crime tem crescido na região e acaba deixando famílias chorando perdas, como é o caso da dona Enila, que foi surpreendida pela morte precoce do filho.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Homem ferido com arma caseira em Itaituba morre em Ananindeua
O cozinheiro Romildo Monteiro, de 46 anos, morador do município de Itaituba, Oeste paraense, morreu vítima de baleamento no Hospital Metropolitano, em Ananindeua, na noite de terça-feira (29). Romildo foi atingido por um tiro de arma caseira na cabeça.
Segundo informações da Polícia Civil, Romildo estaria em um barco, no Porto de Itaituba, na noite de ontem, aguardando um carregamento na balsa onde trabalhava, quando ele e mais um tripulante do barco, de prenome 'Joaquim', resolveram caçar nas proximidades, embarcando em uma canoa.
Segundo relatos, Joaquim estava preparando um armamento para caçar, quando houve uma falha no manuseio da espingarda de fabricação caseira, que acabou disparando. O tiro atingiu a cabeça da vítima.
Romildo foi encaminhado para o hospital de Itaituba, mas devido à gravidade do ferimento, foi transferido para o Hospital Metropolitano em Ananindeua. Ele não resistiu ao ferimento e morreu por volta das 23h30.
O caso foi registrado na Delegacia de Crimes Violento anexa ao Hospital Metropolitano e será investigado pela Delegacia de Itaituba.
Buraco na rua derruba jovem que é esmagado por caminhão
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| (Ilustração) |
PM interrompe ‘turnê’ de estelionatários do AM no Pará
| O trio diante do "material de trabalho" |
| Aldecy era chefiava o bando |
| Marciane (acima) e Marcileneeram as "iscas" |
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Oito horas de chuva e ruas de Itaituba ficam submersas
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| Travessa 13 de Maio (Jornal O atual) |
Uma chuva que durou mais de oito horas e ainda caía pela manhã deixou em Itaituba uma série de prejuízos. Começando pelo bairro da Liberdade, a reportagem flagrou várias situações. Em vários cruzamentos, o que se via era um grande número de famílias isoladas, presas em casa. Isso sem falar nos prejuízos. Este homem diz que ficou preocupado porque a água na rua em que ele mora alcançou mais de um metro e meio. O morador Fernando Rodrigues, 39, teve até que dar socorro a algumas crianças que moram ao lado e acabou perdendo os móveis da casa. “Eu nunca vi uma coisa dessas. A água, em frente à minha casa, estava com mais de um metro e meio de profundidade. Perdi tudo. Agora, vou ter que recomeçar minha vida”, disse.
No bairro de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, a situação não era diferente. A passagem Antônio de Oliveira, conhecida como 7ª Rua, ficou assim, com uma verdadeira lagoa. De longe, se via as famílias sem poderem sair de casa. Na travessa 15 de Agosto, os motoristas temiam atravessar pela água e acabavam desistindo. O secretário Manoel Neto, de Infraestrutura, visitou vários pontos, acompanhado de uma equipe para fazer um levantamento da situação. “Nós temos que verificar local a local para decidirmos que providências deverão ser tomadas. De imediato, vamos fazer um trabalho de limpeza e desobstrução dos bueiros por onde a água da chuva passa. Esperamos contar com o apoio dos moradores também, para evitarmos que futuramente tenhamos situações como esta”, disse o secretário.
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| Zona Comercial (Jota Parente) |
Um fato inusitado na travessa 13 de Maio, outro ponto alagado. A idosa Maria Célia de Sousa, 71, diz que saiu de casa cedo para visitar parentes, logo depois da chuva, mas não imaginava que ia encontrar uma lagoa pelo caminho. Essa é uma atitude arriscada, porque a senhora poderia, de repente, cair num buraco. “Mas eu nem imaginava que ia ser assim. Só espero que, quando eu voltar pra casa, já tenha enxugado. Lá também muita coisa se molhou. Ainda nem sei quanto tive de prejuízo, só depois eu vou calcular”, disse a aposentada.
No bairro Vitória Régia, o local do alagamento já é velho conhecido. Os moradores da área dizem que, todos os anos, acontece a mesma coisa. Na verdade, é um problema provocado pelo próprio terreno. Este ponto é menos elevado e recebe toda a água dos arredores. Segundo o climatologista Weliton Lima, da Estação Climatológica de Itaituba, a cidade teve precipitação pluviométrica superior a 149,5mm. Na prática, a zona urbana de Itaituba recebeu, nesta madrugada, a chuva que deveria cair no espaço de um mês.
Encontrado corpo de jovem desaparecida desde sábado
| Adélia Henriqueta Figueira Lisboa |
| Corpo da jovem chegando a Itaituba (Junior Ribeiro) |
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Cabo da reserva do Exército morre afogado em Itaituba (PA)
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| Família acredita que cabo Lisboa não sabia nadar |
Na comunidade de Nazaré, a cerca de 2 horas, de barco, de Itaituba, no rio Tapajós, foi grande a mobilização de moradores e equipes de resgate. O naufrágio aconteceu na manhã do último sábado. O cabo da reserva Massiste Nunes Lisboa, de 46 anos, e a filha dele, Adélia Henriqueta Figueira Lisboa, de 17, estavam na propriedade da família. Na manhã do último sábado, segundo relataram vizinhos da família, Massiste encontrou um bezerro morto e decidiu jogar a carcaça do animal no rio. Utilizando uma pequena embarcação, ele foi acompanhado da filha e de um outro filho, de oito anos de idade. No momento em que estavam atirando o animal no rio, a embarcação virou e o grupo caiu na água. Com muito esforço e com a ajuda de uma pessoa que passava pelo local, a menina conseguiu salvar o irmão, mas acabou desaparecendo nas águas do rio Tapajós. A família acionou o Corpo de Bombeiros, que logo iniciou as buscas. Momentos depois, mais um grupo de mergulhadores chegou ao local para auxiliar na tentativa de resgatar as vítimas. Mas as equipes enfrentaram muitas dificuldades por conta da correnteza muito forte e a coloração barrenta da água.
As buscas aconteceram durante todo o dia de sábado e foram encerradas à noite, mas sem nenhum sucesso. Com pai e filha desaparecidos, a família e vários vizinhos acompanhavam as buscas. Ainda abalado, o pequeno Kauã, que escapou do naufrágio, permaneceu em casa. A esposa do cabo foi amparada pelas vizinhas enquanto relembrava alguns momentos da vida da filha.
As buscas foram retomadas na manhã de domingo. Pelo menos quatro mergulhadores vasculhavam o fundo do rio na tentativa de localizar o cabo da reserva Massiste Gomes Lisboa e a filha dele, Adélia Henriqueta Figueira. O comando do 53º Batalhão de Infantaria do Exército também mobilizou uma equipe que se deslocou de lancha até a comunidade para auxiliar nas buscas.
| Adélia ao lado do irmão Davi José |
Após a remoção do corpo do cabo Lisboa, as equipes retornaram ao local para retomarem as buscas. Mais uma vez, a operação foi suspensa no final da tarde de domingo e recomeçou na manhã de segunda-feira. Até o fechamento desta matéria, o corpo de Adélia Henriqueta ainda não havia sido localizado.
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